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Quinta-feira, 12 de Abril de 2007
Sophia de Mello Breyner Andresen
 
sophia 
 

http://www.triplov.com/sophia/sophia

 

Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu no Porto em 6 de Novembro de 1919. Foi nessa cidade e na Praia da Granja que passou a sua infância e juventude. Frequentou Filologia Clássica na Universidade de Lisboa, mas não chegou a terminar o curso.

Foi  mãe de cinco filhos que a motivaram a escrever contos infantis.

 

Obras poéticas:

Poesia (1944), Dia do Mar (1947), Coral, (1950), No Tempo Dividido, (1954), Mar Novo (1958), Livro Sexto (1962) Geografia (1967), Dual (1972), Nome das Coisas (1977), Musa (1994).

 

Obras narrativas:

O Cavaleiro da Dinamarca, Contos Exemplares, Histórias da Terra e do Mar, A Floresta, A Menina do Mar, O Rapaz de Bronze, A Fada Oriana.

http://www.calendario.cnt.br/sophia.htm

 
Em Setembro veio o equinócio. Vieram marés vivas, ventanias, nevoeiros, chuvas, temporais. As marés altas varriam a praia e subiam até à duna.
Certa noite, as ondas gritaram tanto, uivaram tanto, bateram e quebraram-se com tanta força na praia, que, no seu quarto caiado da casa branca, o
rapazinho esteve até altas horas sem dormir. As portadas das janelas batiam. As madeiras do chão estalavam como madeiras de mastros. Parecia que as ondas iam cercar a casa e que o mar ia devorar o Mundo. E o rapazito pensava que, lá fora, na escuridão da noite, se travava uma imensa batalha em que o mar, o céu e o vento se combatiam. Mas por fim, cansado de escutar, adormeceu embalado pelo temporal.
Sophia de Mello Breyner Andresen, A Menina do Mar, Figueirinhas Editora
 

Inês Gil, 12 anos, 6C

Cláudia Carneiro, 11 anos 6C

13.06.2007

 


Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative



 

publicado por aprendizagensnanet às 14:50
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Quarta-feira, 11 de Abril de 2007
António Gedeão

Rabisco&Rascunho

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Ilustração: http://www.bn.pt/agenda/romulo-carvalho.html

 

 

Afirmando-se como um dos mais brilhantes e talentosos criadores lusófonos do século XX, Rómulo de Carvalho/António Gedeão, respectivamente, o professor, pedagogo e historiador da ciência, e o seu alter-ego literário, atravessou todas as convulsões e acontecimentos marcantes do nosso século, que se reflectiram no formar-se de um espírito extremamente marcado pelo cepticismo e pela ironia, sempre presentes nos seus poemas.

Licenciado em Ciências Físico-Químicas pela Universidade do Porto em 1931, traduziu como ninguém, a ciência para os leigos, desvendando segredos científicos com a mesma simplicidade com que os exemplificava.

Lisboeta toda uma vida, uniu de forma exemplar, através da sua obra, a ciência e a poesia, a vida e o sonho. Apesar de só aos 50 anos ter decidido publicar o seu primeiro livro de poesia, inaugurando assim uma carreira que se afirmou por si própria na cultura portuguesa, tornou-se uma figura de referência incontornável no imaginário colectivo do povo português, principalmente para toda a geração da "Pedra Filosofal".

 

http://www.citi.pt/cultura/literatura/poesia/antonio_gedeao/

 

(texto com supressões)

 

Filipa Barros, 12 anos, 6I

 

(Actualizado em10.05.2007)

publicado por aprendizagensnanet às 14:57
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